A google mais uma vez, a superar as nossas expectativas.
Podemos finalmente colocar uma imagem no motor de busca do google e conseguir saber de onde vêm.
Divirtam-se!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
O Q.b da Competitividade
Desde sempre, o ser humano sente uma forte competitividade no mundo em que vive. competitividade essa que reside em qualquer tipo de tarefa ou projecto em que esteja inserido, seja ele de cariz pessoal ou até mesmo profissional.
Já nos nossos antepassados, os homens tinham um poder elevado na gestão das suas famílias, tendo sempre a preocupação em ser o melhor. A caça seria então, uma boa forma de se mostrar, e de se distinguir dos outros. O homem sabia que tinha de alimentar as suas crias, e sabia que tinha de defender a sua família de tudo e de todos. Auto preservação, uma herança antiga, ligada à necessidade de sobrevivência.
Nos dias de hoje, as diferenças não são muitas, embora agora a forma de pensar do ser humano, esteja mais evoluída e consequentemente as suas acções serão pensadas e repensadas de forma construtiva. O ser humano é uma pessoa individualizada, que se preocupa cada vez mais consigo próprio, e não tem medo de passar por cima para chegar onde quer. E é por isso, que neste mundo de grande competitividade, não se deve baixar os braços ao primeiro obstáculo, não se deve mostrar perdido e desistir frente ao problema, mas sim encontrar soluções para seguir em frente.
No entanto, a competitividade pode ser vista como uma característica positiva, que poderá trazer uma motivação, útil inerente ao ser humano. Contudo, é necessária cautela quando esta começa a ser exagerada, ou a actuar de forma inibidora para com o outro.
O desenvolvimento desta competitividade, apesar de possibilitar algumas vitórias a curto prazo para alguns, para outros pode consistir num processo de sofrimento mental. O indivíduo leva tão demasiadamente à seria o seu compromisso, que chega a entrar numa fase psicológica de alto risco. É necessário encontrar um equilíbrio nestes casos, para que o sucesso seja garantido, e ao mesmo tempo traga uma sensação de tranquilidade e segurança pessoal. Não basta agradar o outro, mostrar que é superior e um bem entendido na matéria quando na realidade, não passa de uma mascara de protecção para conseguir ultrapassar alguns obstáculos. Haverá sempre maneira de conseguir conciliar os dois lados, podendo arriscar e ser ambicioso quanto aos seus objectivos, sem ter que exageradamente entrar numa competição obtusa, e naturalmente por caminhos falhados. Geralmente, quando uma pessoa possui uma baixa auto-estima, tende a mostrar uma faceta de superioridade de forma a não deixar que os outros percebam essa sua falha, acontece que mais cedo ou mais tarde, essa cortina cai, e posteriormente o orgulho apoderasse-a de si de tal forma que dificilmente conseguirá de novo atingir um novo objectivo.
O segredo estará então, em levar a vida descontraidamente, mas sempre com objectivo vincado, para assim ter a oportunidade de chegar bem alto e mostrar a suas capacidades intelectuais e não só.
Já nos nossos antepassados, os homens tinham um poder elevado na gestão das suas famílias, tendo sempre a preocupação em ser o melhor. A caça seria então, uma boa forma de se mostrar, e de se distinguir dos outros. O homem sabia que tinha de alimentar as suas crias, e sabia que tinha de defender a sua família de tudo e de todos. Auto preservação, uma herança antiga, ligada à necessidade de sobrevivência.
Nos dias de hoje, as diferenças não são muitas, embora agora a forma de pensar do ser humano, esteja mais evoluída e consequentemente as suas acções serão pensadas e repensadas de forma construtiva. O ser humano é uma pessoa individualizada, que se preocupa cada vez mais consigo próprio, e não tem medo de passar por cima para chegar onde quer. E é por isso, que neste mundo de grande competitividade, não se deve baixar os braços ao primeiro obstáculo, não se deve mostrar perdido e desistir frente ao problema, mas sim encontrar soluções para seguir em frente.
No entanto, a competitividade pode ser vista como uma característica positiva, que poderá trazer uma motivação, útil inerente ao ser humano. Contudo, é necessária cautela quando esta começa a ser exagerada, ou a actuar de forma inibidora para com o outro.
O desenvolvimento desta competitividade, apesar de possibilitar algumas vitórias a curto prazo para alguns, para outros pode consistir num processo de sofrimento mental. O indivíduo leva tão demasiadamente à seria o seu compromisso, que chega a entrar numa fase psicológica de alto risco. É necessário encontrar um equilíbrio nestes casos, para que o sucesso seja garantido, e ao mesmo tempo traga uma sensação de tranquilidade e segurança pessoal. Não basta agradar o outro, mostrar que é superior e um bem entendido na matéria quando na realidade, não passa de uma mascara de protecção para conseguir ultrapassar alguns obstáculos. Haverá sempre maneira de conseguir conciliar os dois lados, podendo arriscar e ser ambicioso quanto aos seus objectivos, sem ter que exageradamente entrar numa competição obtusa, e naturalmente por caminhos falhados. Geralmente, quando uma pessoa possui uma baixa auto-estima, tende a mostrar uma faceta de superioridade de forma a não deixar que os outros percebam essa sua falha, acontece que mais cedo ou mais tarde, essa cortina cai, e posteriormente o orgulho apoderasse-a de si de tal forma que dificilmente conseguirá de novo atingir um novo objectivo.
O segredo estará então, em levar a vida descontraidamente, mas sempre com objectivo vincado, para assim ter a oportunidade de chegar bem alto e mostrar a suas capacidades intelectuais e não só.
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